Servidor do TJGO e líder religioso alega que usava a vestimenta para “investigação pessoal” e diz ter sido vítima de tentativa de chantagem
O pastor e servidor público Eduardo Costa, conhecido por liderar o “Ministério Poder e Milagres” em Goiânia, voltou a ganhar repercussão nas redes sociais após ser novamente flagrado circulando de calcinha, peruca loira e blusa vermelha em via pública. A cena, registrada por moradores, rapidamente viralizou e reacendeu debates sobre a conduta do religioso.
Analista judiciário do Tribunal de Justiça de Goiás (TJGO) há mais de quatro décadas, Costa justificou que a vestimenta fazia parte de uma investigação pessoal para localizar um endereço. Em vídeo publicado ao lado da esposa, a missionária Valquíria Costa, o pastor afirmou que “de forma equivocada, acabei colocando uma peruca e um short para tentar achar um local”.
Segundo ele, a situação foi filmada por terceiros, que teriam tentado extorqui-lo após a divulgação das imagens. O religioso declarou não ter cedido às ameaças. Vizinhos, no entanto, relatam que já o viram em outras ocasiões vestido de forma semelhante durante a madrugada.
Além da polêmica envolvendo sua vida pessoal, Costa também é lembrado por declarações em cultos contra práticas que condenava, como o adultério e relacionamentos LGBTQIA+. Para críticos, o contraste entre suas pregações e o episódio recente alimenta questionamentos sobre coerência e moralidade.
Atualmente, o pastor recebe salário bruto de aproximadamente R$ 39 mil como servidor do TJGO. Em julho, o valor líquido foi de R$ 28,8 mil, enquanto no mês anterior superou R$ 40 mil.
Por: Lucas Reis
Foto: Reprodução











