Governador de Goiás diz que medida busca pacificação e reconciliação no país caso seja eleito presidente
O governador de Goiás, Ronaldo Caiado, voltou a declarar que, se eleito presidente, vai conceder anistia ao ex-presidente Jair Bolsonaro e a todos os condenados pelos atos de 8 de janeiro de 2023, quando as sedes dos Três Poderes, em Brasília, foram invadidas.
Caiado afirmou que a proposta não é sobre apagar a história, mas sobre buscar reconciliação. Para ele, o país precisa superar conflitos e encontrar um caminho de união, deixando para trás as disputas políticas acirradas que marcaram os últimos anos.
O governador disse ainda que o perdão é uma forma de pacificar o ambiente político, permitindo que diferentes setores voltem a dialogar. Segundo ele, o Brasil não pode seguir dividido por um episódio que, embora grave, não deve impedir a construção de um futuro mais harmonioso.
A fala, que repete declarações anteriores, evidencia o tom conciliador que Caiado pretende imprimir à sua possível campanha presidencial. Ele defende que a estabilidade política só será alcançada com diálogo e abertura para o entendimento.
A proposta, porém, divide opiniões. Enquanto apoiadores veem a anistia como uma saída para reduzir a polarização, críticos alertam que ela pode enfraquecer a responsabilização por ataques à democracia.
Mesmo com as controvérsias, Caiado mantém firme sua promessa, apostando que a mensagem de união pode atrair eleitores de diferentes espectros políticos nas eleições de 2026.











